quarta-feira, 29 de abril de 2009

Fotos do acampamento-03





Fotos do acampamento-02





Fotos do acampamento-01





quinta-feira, 23 de abril de 2009

Museu Ou Missão?

Museu Ou Missão?



"Esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para
as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da
vocação celestial de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses
3:13, 14).


Uma igreja, localizada em uma área da cidade onde já não
haviam muitos moradores, precisava tomar uma séria decisão.
Uma grande Incorporadora estava lhes oferecendo uma grande
quantia de dinheiro pelo local onde pretendia construir um
estacionamento. O valor era suficiente para a igreja
construir um novo templo, em um local com muito mais
habitantes e onde poderia fazer um trabalho de evangelização
muito maior. Embora essa possibilidade motivasse uma parte
da Congregação, outros membros mostravam-se resistentes à
idéia. Eles assinalavam que a igreja guardava uma história e
que possuía características de uma arquitetura do início do
século dezenove. Lembraram também que figuras ilustres da
igreja passaram por aqueles portais. POr fim prevaleceu a
vontade da maioria da igreja e a congregação se mudou para
um lugar melhor e muito mais movimentado da cidade. O pastor
da igreja, relatando a decisão final, falou: "Nós tivemos
que decidir se queríamos estar em um museu ou uma missão".
Eles não podiam optar por ambos os modos. Ou ficavam naquele
local, gloriando-se do seu passado e servindo a alguns
poucos ou desistiam do passado e ingressavam em um
ministério abundante junto às multidões da cidade. Eles
preferiram a missão em lugar do museu.


Muitos de nós, hoje, continuamos vivendo apenas do passado.
Não é raro dizermos para algum irmão: "Quando comecei minha
vida com Cristo tudo era diferente. Eu orava mais, lia a
Bíblia todos os dias, não faltava às reuniões da igreja.
Participava de tudo que se organizava na congregação". E por
que não faz mais? Por que não continua experimentando aquela
mesma alegria do primeiro amor? Por que viver apenas de
lembranças se o regozijo de caminhar com o Senhor pode ser
abundante mesmo agora, depois de tantos anos?


A vida espiritual não é uma peça de museu. Não é um
acontecimento que se vive e não se renova. Não é uma
atividade para uma fase de nossas vidas. É uma bênção que
não devemos largar um segundo sequer. Ganhar os perdidos,
ajudar a restaurar lares, fazer alguém deixar de chorar e
abrir um largo sorriso, são oportunidades que o filho de
Deus não pode perder em momento algum de sua vida.


Você tem sido um museu ou uma missão viva do Senhor ao mundo
perdido?

quinta-feira, 16 de abril de 2009

quarta-feira, 8 de abril de 2009

O amor de Cristo

João 21:15-17




João 21:15 Depois de terem comido, perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes? Respondeu- lhe: Sim, Senhor; tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeirinhos.
João 21:16 Tornou a perguntar-lhe: Simão, filho de João, amas-me? Respondeu-lhe: Sim, Senhor; tu sabes que te amo. Disse-lhe: Pastoreia as minhas ovelhas.
João 21:17 Perguntou-lhe terceira vez: Simão, filho de João, amas-me? Entristeceu-se Pedro por lhe ter perguntado pela terceira vez: Amas- me? E respondeu-lhe: Senhor, tu sabes todas as coisas; tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas.


Pedro é um daqueles discípulos mais notáveis durante os 3 anos e meio de ministério de Jesus Cristo. Dele, se percebe em diversas passagens que ele era um homem de ação,um pouco lento para pensar, mas sempre pronto para responder, pronto para agir. Em vários momentos vemos Cristo repreendendo a Pedro (João 21:20-22; Mt. 16:23.
Mas aqui, neste texto, Pedro está carregando uma culpa, a qual não pode suportar. A questão de Cristo: "Simão, filho de João, amas me?" nos revela que Cristo não apenas pretende demonstrar o amor dele por nós como também quer que confessemos o nosso amor por Ele. E mais, Cristo aqui queria dar mais uma lição para este discípulo que era carinhoso, mas muito impulsivo. E esta lição está na sua resposta a Pedro, ao dizer apascenta as minhas ovelhas (ou cuida das minhas ovelhas).
Estranhamente, Cristo não o repreende por Pedro tê-lo negado, mas sim, exalta a Pedro em sua humilhação, que sequer ousava responder que amava a Cristo perfeitamente. Isto pode ser percebido quando Pedro responde que amava a Cristo, mas utiliza a palavra grega "phileo", que significa um amor de amigo. Por sua vez, a questão de Cristo era se ele o amava, mas com o amor ágape; o amor de Deus para com os seus filhos.
O amor ágape que Cristo revela a Pedro é um amor incondicional, que não permite retribuição, incomensurável, inexplicável; é o mistério que Paulo retrata em Efésios 3.
Tal fala de Cristo nos mostra que Cristo está sempre pronto para receber o pecador arrependido, e exaltar este mesmo pecador, mesmo ele sequer reconhecendo que não pode amá-lo plenamente tal como Cristo o ama. Pedro em um momento de grande maturidade escreve "Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte"(I Pe 5:6)

A vida cristã não é feita de super-crentes indefectíveis, mas sim, de homens que, livres do domínio do pecado, sujeitam-se ao senhorio de Cristo em todas as situações de suas vidas.

Aguinaldo